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23/03/2022

Youtube promete remover conteúdo com desinformação

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YouTube divulga novas regras para as eleições brasileiras de 2022. A plataforma vai excluir vídeos e banir usuários que enganem eleitores ou impeçam pessoas de votarem em outubro. A plataforma também vai recomendar conteúdos de fontes confiáveis sobre política e mostrar avisos úteis para os eleitores. [Tecnoblog]

Twitter lança iniciativa de advocacy visando nova legislação europeia. A coalizão, chamada de Open Internet Alliance, foi anunciada no perfil oficial da plataforma e possui outros membros, como o Vimeo e a Automattic. A iniciativa tem 8 princípios definidos, sendo alguns deles: a garantia de neutralidade de rede, melhores formas de moderação de conteúdo e padronização global da regulamentação de empresas de tecnologia. [Open Internet Alliance]

Okta sofre ciberataque e coloca empresas em todo o mundo em risco. O grupo hacker Lapsus$, divulgou em seu canal no Telegram a suposta invasão do sistema da empresa.  A Okta é uma plataforma de autenticação utilizada por milhares de organizações em todo o mundo, e está investigando se de fato houve alguma violação. [Gizmodo]

TSE faz novo convite ao Telegram. Após o cumprimento das exigências feitas pela ordem judicial do Supremo Tribunal Federal, o Tribunal Superior Eleitoral repetiu, pela terceira vez, o convite para o app de mensagens participar do esforço contra a divulgação de desinformação. Plataformas como Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube e Kwai já fazem parte da parceria que busca combater a proliferação de desinformação online. [Olhar Digital]

Usuários de versão não oficial do Whatsapp são banidos da plataforma. Usuários do Whatsapp GB estão tendo suas contas bloqueadas, já que o app oficial não autoriza qualquer app alternativo. Além disso, as versões não-oficiais não são seguras e podem expor o usuário a ataques e vazamentos de dados. [UOL]  

Facebook não proibiu discurso de ódio contra minoria muçulmana. Os ataques foram feitos contra o povo rohingya de Mianmar, que sofre um genocídio no país. O grupo de direitos humanos Global Witness enviou oito anúncios pagos para aprovação do Facebook, contendo discursos de ódio, para testar se a plataforma censuraria o conteúdo. Todos os anúncios foram aprovados para serem publicados, segundo relatório feito pela organização. [AP News]

Linkedin retira anúncio de vaga que dava preferência para candidatos negros. Segundo a plataforma, o anúncio foi retirado pois a política da empresa não permite qualquer tipo de preferência por candidatos de idade, sexo, religião, etnia, raça ou orientação sexual específicos. A política aplicada de forma acrítica, pode afetar a prática de “discriminação positiva”, como cotas para negros. [Gizmodo]

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