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06/05/2022

Apple, Google e Microsoft se comprometem a expandir a disponibilidade de logins sem senha

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Apple, Google e Microsoft se comprometem a expandir a disponibilidade de logins sem senha. Google, Apple e Microsoft estão expandindo os recursos de login sem senha em telefones, desktops e navegadores, anunciaram as empresas nesta quinta-feira.As empresas se comprometeram a implementar a autenticação sem senha em todos os dispositivos no próximo ano, suportando um padrão criado pela FIDO Alliance e pelo World Wide Web Consortium. [FIDO Alliance]

Brasil responde a menos de 3% dos alertas de desmatamento. Os dados são do Projeto de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil (MapBiomas), rede colaborativa formada por organizações não-governamentais, universidades e startups de tecnologia, que monitora a cobertura e uso do solo brasileiro. O projeto lançado em 2015, aponta que o governo federal a menos de 3% dos alertas de desmatamento desde 2019. [Olhar Digital

Provedores de VPN ameaçam deixar a Índia por causa da nova lei de dados. O país ordenou que as empresas que operam VPNs coletem dados de usuários e os entreguem às autoridades. As empresas serão obrigadas a coletar dados de clientes e mantê-los por cinco anos ou mais, as empresas estão se recusando. [Wired

YouTube Kids mostra vídeos impróprios para crianças. Segundo pesquisa da Tech Transparency Project,a plataforma está mostrando vídeos que promovem clareamento da pele, perda de peso, cultura de drogas e armas de fogo para crianças de até dois anos. Usando três contas diferentes, cada uma definida para uma das faixas etárias do aplicativo, os analistas descobriram vários vídeos que não deveriam ter passado pelos filtros do Google.  [Tech Transparency Project

Google Assistente passa a responder perguntas ofensivas. As respostas buscam rebater comentários misóginos, homofóbicos, racistas ou de sexo explícito. As respostas já são o padrão na versão de língua inglesa e agora chegaram ao app em português. [Gizmodo]

LinkedIn é multado em 1,8 milhão de dólares por pagar salários menores às mulheres em relação aos homens. A plataforma deverá pagar multa para as funcionárias que recebiam remunerações menores do que homens que desempenhavam funções similares entre os anos de 2015 e 2017. O acordo foi firmado com o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos (United States Department of Labor) e garante que a empresa não se declare culpada por pagar menos as mulheres. [Gizmodo]

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